Mostrando postagens com marcador Outros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Outros. Mostrar todas as postagens

8 de janeiro de 2015

Maringoni: Um ataque à imprensa e aos muçulmanos


Indicamos a leitura de artigo de Gilberto Maringoni sobre o atentando desta semana em Paris. Gilberto - que é cartunista, além de importante dirigente do PSOL - discute que o recente atentado, que merece todo nosso repúdio, está inserido numa teia de acontecimentos cujo combustível essencial é o crescente ódio aos povos árabes na França. Por isso, para ele, o ataque à Charlie Hebdo atinge a liberdade de imprensa e os próprios muçulmanos.

Reflita:

"O terrível, injustificável e indefensável atentado contra a redação do Charlie Hebdo não pode ser visto apenas como a ação de muçulmanos alucinados que, contrariados com alguns cartuns, resolveram mostrar suas insatisfações através de rajadas de AKs-47.


A teia de processos e acontecimentos que desembocou no sangrento episódio possui profundas raízes na cena política francesa.

A direita propaga, há décadas, a existência de uma suposta “questão muçulmana” a ser resolvida com a proibição da difusão de usos e costumes religiosos em território francês. O combustível essencial é a repulsa aos povos árabes e estrangeiros pobres, potencializado por um nacionalismo conservador."

http://blogdaboitempo.com.br/…/maringoni-um-ataque-a-impre…/

7 de janeiro de 2014

A ROSA E O SAPO

 Era uma vez uma rosa muito bonita, a mais linda do jardim. 

Mas começou a perceber que as pessoas somente a observavam de longe. 

Acabou se dando conta de que, ao seu lado, sempre havia um sapo e por essa razão ninguém se aproximava.

Irritada com a descoberta, ordenou ao sapo que fosse embora. 

O sapo, humildemente, disse: - Está bem, se é o que deseja. 

Algum tempo depois o sapo passou por onde estava a rosa, e se surpreendeu ao vê-la acabada, sem folhas nem pétalas. 

Penalizado, disse: - Que coisa horrível, o que aconteceu com você? 

A rosa respondeu: - As formigas começaram a me atacar dia após dia, e agora nunca voltarei a ser bela como era antes. 

O sapo respondeu: - Quando eu estava por aqui, comia todas as formigas que se aproximavam de ti. Por isso é que eras a rosa mais bonita do jardim. 

Muitas pessoas desvalorizam os outros por acharem que são superiores, mais bonitas ou mais ricas. 

Deus não fez ninguém para "sobrar" neste mundo. 

Ninguém deve desvalorizar ninguém. 

Na escola da vida, todos temos algo a aprender ou a ensinar.

29 de dezembro de 2013

São Paulo é a cidade com maior índice de perturbações mentais no mundo

Segundo pesquisadores, elevada incidência de transtornos é consequência da alta urbanização associada com privações sociais



São Paulo representou o Brasil no estudo (Foto: Andre Deak / Flickr)

O relatório São Paulo Megacity Mental Health Surve mostrou que a região metropolitana de São Paulo possui a maior incidência de perturbações mentais no mundo. O estudo feito pela OMS (Organização Mundial de Saúde) revela que 29,6% dos paulistanos, e moradores da região metropolitana, sofrem de algum tipo de perturbação mental. O levantamento pesquisou 24 grandes cidades em diferentes países.

Entre os problemas mais comuns apontados no estudo estão a ansiedade, mudanças comportamentais e abuso de substâncias químicas. Dentre eles, a ansiedade é o mais comum, afetando 19,9% das 5.037 pessoas pesquisadas.

Depois de São Paulo, cidade que representa o Brasil no estudo, os EUA aparece em segundo lugar, com aproximadamente 25% de incidência de perturbações mentais. A cidade norte-americana utilizada no levantamento da OMS não foi revelada.

Além de ser a cidade com maior incidência de perturbações mentais, São Paulo também aparece na liderança do ranking de casos graves, com 10% da população afetada. Neste ponto, a capital paulista também é seguida pelos EUA, que possui uma incidência de casos graves de 5,7%

De acordo com os pesquisadores responsáveis pelo estudo, a alta incidência de perturbações mentais é causada pela alta urbanização associada com privações sociais. Segundo eles, os grupos mais vulneráveis são homens migrantes e mulheres que residem em regiões de alta vulnerabilidade social.

Em São Paulo, a pesquisa da OMS foi financiada pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), sob a coordenação da Profa. Laura Helena Andrade, professora do Departamento e Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, e da Profa. Maria Carmen Viana, professora do Departamento de Medicina Social da Universidade Federal do Espírito Santo.

Com informações do Jornal de Notícias.

25 de julho de 2013

Banco do Vaticano: Principal acionista da maior indústria de armamentos do mundo, a Pietro Beretta

OBS:  Apesar de tudo isso, a visita do Papa tem uma parte boa:  Faz muita gente refletir na vida, orar pela paz e pelo amor.



Talvez poucas pessoas saibam que a fábrica de armas Pietro Beretta Ltda. (a maior indústria de armas no mundo) é controlada pela Holding SpA Beretta e que o acionista majoritário da Holding SpA Beretta, depois de Gussalli Ugo Beretta, é o IOR (Instituto para Obras de Religião) [comumente conhecido como Banco do Vaticano], instituição privada, fundada em 1942 pelo Papa Pio XII e com sede na Cidade do Vaticano.

Alguma dúvida que depois o local viraria condomínio ? 


Obra em guaratiba beneficiou empresarios


13 de maio de 2013

Depressão, produto de vidas reprimidas?




É mais fácil criar necessidades externas que enfrentar medos e convenções morais que bloqueiam amor e prazer

Por Katia Marko, editora da coluna Outro Viver | Imagem: Frida Kahlo, As Duas Fridas(1939)

Corpos deprimidos. Espíritos anulados. Assim caminha a humanidade. Egos sem qualquer conexão com o corpo. Sentir é perigoso. O melhor é continuar a nos iludir com nossas gaiolas de ouro. Prisões internas que nos mantêm atados ao toco. Conceitos morais que a cabeça nega, mas o corpo carrega. Tensões crônicas que não permitem a vibração espontânea, o prazer, o orgasmo.

Medos irreais. Necessidade excessiva de segurança e estabilidade. Raiva enrustida, cuspida em brincadeiras sem graça. A crença de que não vai dar certo. Essas foram algumas das coisas que habitam meu ser e me dei conta durante um trabalho terapêutico de nove dias na Comunidade Osho Rachana. “Paixão: Qual é a tua?” era o nome do grupo. Pode parecer, num primeiro momento, uma pergunta simples. Mas quando mergulhamos mais fundo no mar de ilusões e falsos desejos, percebemos a dificuldade em acessar o que realmente nos preenche, nos faz feliz.

Vivenciar intensamente os meus medos, conflitos, personagens, fantasmas e emoções, me possibilitou ver com mais clareza como limito minha liberdade e capacidade de amar. O quanto ainda estou presa às convenções, apesar do discurso vanguarda. O que eu quero de verdade? Cada vez mais percebo que não é o que está fora de mim. Na real, é mais fácil criar necessidades externas do que entrar em contato com o vazio, a falta de confiança, o medo de amar e ser amada. Buscamos subterfúgios, elaboramos estratégias com maestria para fazer de conta que o buraco não existe.

A campanha “Mais amor, por favor” chegou a Porto Alegre. É uma bela iniciativa, mas só palavras não mudam o mundo, muito menos as pessoas e suas relações. Falta consciência e indignação para romper as barreiras e querer amar de verdade. Iniciei este artigo afirmando que nós, seres humanos, estamos com nossos corpos deprimidos e nossos espíritos anulados. Pode ser arrogante. Corro o risco. Sentimos muito pouco e pensamos, ou achamos que pensamos, em demasia. Talvez seja mais correto dizer que rodamos em círculos em pensamentos cristalizados e neuróticos. Nossos espíritos estão enjaulados em corpos entupidos de comida ruim e remédios entorpecentes; obesos, sem tônus e vitalidade.

É bem mais cômodo se queixar da vida, dos outros, do que assumir a responsabilidade da mudança. “Quem não se movimenta, não sente as correntes que o prendem”, já dizia a revolucionária Rosa Luxemburgo. Segundo o mestre indiano Osho, no qual busco inspiração, sofrer de depressão simplesmente significa que você tem se reprimido demais. “Depressão nada mais é do que repressão. Você está deprimido porque não lhe é permitido se expressar. Ao se expressar, ao catarsear tudo o que está reprimido em seu inconsciente, você vai se tornar mais sano, mais saudável.”

Bloqueadas as emoções, impedimos que a nossa energia vital circule livremente por nosso corpo, o que faz com que ele perca a vitalidade original e passe a refletir os bloqueios a que se submete. Apesar de as emoções bloqueadas serem frequentemente as “negativas” (raiva, dor e medo), a perda de sensibilidade do corpo gera uma incapacidade também para os sentimentos ditos “positivos”, como a alegria e o amor. A vida torna-se, então, carente de significado e, em níveis mais profundos de depressão, a pessoa não deseja sequer viver. Mas a depressão é mais comum do que se pensa na vida das pessoas.

O médico norte-americano Alexander Lowen, questiona, em seu livro Alegria, por que não nos curamos espontaneamente, se ficamos deprimidos? “Na verdade, há pessoas que superam espontaneamente uma reação depressiva. Infelizmente, na maioria dos casos, a depressão tende a reaparecer, porque a causa subjacente persiste. Essa causa é a inibição da expressão dos sentimentos de medo, tristeza e raiva. A repressão desses sentimentos e a tensão concomitante reduzem a motilidade do corpo, resultando em um estado de redução ou depressão da vitalidade.”

Aliada a isto, afirma Lowen, está a ilusão de que seremos amados se formos bons, servis, bem-sucedidos e assim por diante. Essa ilusão serve para manter o ânimo do indivíduo durante a luta para obter amor, mas, como o amor verdadeiro não pode ser adquirido ou obtido por qualquer desempenho, cedo ou tarde a ilusão cai por terra e o indivíduo entra em depressão. “A depressão desaparecerá, se o indivíduo puder sentir e expressar seus sentimentos.(…) Expressar os sentimentos alivia a tensão, permitindo ao corpo recuperar sua motilidade, aumentando assim a sua vitalidade. Este é o lado físico do processo terapêutico.”

Para mim, e para as pessoas que optaram viver na Comunidade Osho Rachana, o processo terapêutico é constante. Nossa busca por consciência e uma vida mais plena exige um olhar atento para dentro. Sem isso, não saímos da volta do toco.

–

Katia Marko é jornalista, terapeuta bioenergética e uma pessoa em busca de si mesma. Para ler todos os seus textos publicados em Outras Palavras, clique aqui

16 de outubro de 2012

Uma nova cartunista polaca está causando sensação.

Algumas ilustrações são muito fortes e nos fazem refletir sobre o que está acontecendo ao nosso redor. Seu nome é Pawla Kuczynskiego. Nascida em 1976 em Szczecin, formou-se na Academia de Belas Artes de Poznan, especializada em gráficos. Desde 2004 produz ilustrações satíricas e até agora recebeu 92 prémios e distinções. Em 2005 ele recebeu o Prémio da Associação Polaca de Cartunistas "Eryk". Esta cartunista recentemente descoberta também tem um recorde de prémios em competições internacionais.







2 de maio de 2012

Velho Recife Novo

Velho Recife Novo from contravento on Vimeo.

Oito especialistas de diversas áreas (arquitetura e urbanismo, economia, engenharia, geografia, história e sociologia) opinam sobre a noção de espaço público na cidade do Recife e destacam temas como: a história do espaço público na cidade, o efeito dos projetos de grande impacto no espaço urbano, modos de morar recifense, a relação entre a rua e os edifícios, a qualidade dos espaços públicos, legislação urbana, gestão e políticas públicas e mobilidade.

15 de dezembro de 2010

O lobby do pré-sal no WikiLeaks



A Natalia Viana preparou uma reportagem mais completa sobre o lobby do pré-sal. Me deu orgulho do trecho em que a lobista da Chevron se lamenta: "nós somos os amadores, eles (Marco Aurélio Garcia e Franklin Martins) são os profissionais." 
Do CartaCapital WikiLeaks

"A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?". Este é o título de um extenso telegrama enviado pelo consulado americano no Rio de Janeiro a Washington em 2 de dezembro do ano passado.

!--break-->
ComoeComo ele, outros cinco telegramas a serem publicados hoje pelo WikiLeaks mostram como a missão americana no Brasil tem acompanhado desde os primeiros rumores até a elaboração das regras para a exploração do pré-sal – e como fazem lobby pelos interesses das petroleiras.
Os documento revelam a insatisfação das pretroleiras com a lei de exploração aprovada pelo Congresso – em especial, com o fato de que a Petrobras será a única operadora – e como elas atuaram fortemente no Senado para mudar a lei.
"Eles são os profissionais e nós somos os amadores", teria afirmado Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil, sobre a lei proposta pelo governo . Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras se fosse eleito presidente.
Partilha
Pouco depois das primeiras propostas para a regulação do pré-sal, o consulado do Rio de Janeiro enviou um telegrama confidencial reunindo as impressões de executivos das petroleiras.
O telegrama de 27 de agosto de 2009 mostra que a exclusividade da Petrobras na exploração é vista como um "anátema" pela indústria.
É que, para o pré-sal, o governo brasileiro mudou o sistema de exploração. As exploradoras não terão, como em outros locais, a concessão dos campos de petróleo, sendo "donas" do petróleo por um deteminado tempo. No pré-sal elas terão que seguir um modelo de partilha, entregando pelo menos 30% à União. Além disso, a Petrobras será a operadora exclusiva.
Para a diretora de relações internacionais da Exxon Mobile, Carla Lacerda, a Petrobras terá todo controle sobre a compra de equipamentos, tecnologia e a contratação de pessoal, o que poderia prejudicar os fornecedores americanos.
A diretora de relações governamentais da Chevron, Patrícia Padral, vai mais longe, acusando o governo de fazer uso "político" do modelo.
Outra decisão bastante criticada é a criação da estatal PetroSal para administrar as novas reservas.
Fernando José Cunha, diretor-geral da Petrobras para África, Ásia, e Eurásia, chega a dizer ao representante econômico do consulado que a nova empresa iria acabar minando recursos da Petrobrás. O único fim, para ele, seria político: "O PMDB precisa da sua própria empresa".
Mesmo com tanta reclamação, o telegrama deixa claro que as empresas americanas querem ficar no Brasil para explorar o pré-sal.
Para a Exxon Mobile, o mercado brasileiro é atraente em especial considerando o acesso cada vez mais limitado às reservas no mundo todo.
"As regras sempre podem mudar depois", teria afirmado Patrícia Padral, da Chevron.
Combatendo a lei
Essa mesma a postura teria sido transmitida pelo pré-candidtao do PSDB a presidência José Serra, segundo outro telegrama enviado a Washington em 2 de dezembro de 2009.
O telegrama intitulado "A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?" detalha a estratégia de lobby adotada pela indústria no Congresso.
Uma das maiores preocupações dos americanos era que o modelo favorecesse a competição chinesa, já que a empresa estatal da China, poderia oferecer mais lucros ao governo brasileiro.
Patrícia Padral teria reclamado da apatia da oposição: "O PSDB não apareceu neste debate".
Segundo ela, José Serra se opunha à lei, mas não demonstrava "senso de urgência". "Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava... E nós mudaremos de volta", teria dito o pré-candidato.
O jeito, segundo Padral, era se resignar. "Eles são os profissionais e nós somos os amadores", teria dito sobre o assessor da presidência Marco Aurelio Garcia e o secretário de comunicação Franklin Martins, grandes articuladores da legislação.
"Com a indústria resignada com a aprovação da lei na Câmara dos Deputados, a estratégia agora é recrutar novos parceiros para trabalhar no Senado, buscando aprovar emendas essenciais na lei, assim como empurrar a decisão para depois das eleições de outubro", conclui o telegrama do consulado.
Entre os parceiros, o OGX, do empresário Eike Batista, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e a Confederação Naiconal das Indústrias (CNI).
"Lacerda, da Exxon, disse que a indústria planeja fazer um 'marcação cerrada' no Senado, mas, em todos os casos, a Exxon também iria trabalhar por conta própria para fazer lobby".
Já a Chevron afirmou que o futuro embaixador, Thomas Shannon, poderia ter grande influência nesse debate – e pressionou pela confirmação do seu nome no Congresso americano.
"As empresas vão ter que ser cuidadosas", conclui o documento. "Diversos contatos no Congresso (brasileiro) avaliam que, ao falar mais abertamente sobre o assunto, as empresas de petróleo estrangeiras correm o risco de galvanizar o sentimento nacionalista sobre o tema e prejudicar a sua causa". 

10 de dezembro de 2010

Bolívia proíbe plantação de monocultura para combustíveis


A Bolívia não permitirá a produção com vistas à elaboração de agrocombustíveis. A prioridade será aumentar a produção de milho, trigo e açúcar, explicou a ministra de Desenvolvimento Rural.


Por La Jornada



Copa, Olimpíadas, Movimentos Sociais e a Comunicação

Guilherme Marques   

OlimpíadaMegaeventos esportivos como a Copa do Mundo de Futebol e os Jogos Olímpicos estão associados, hoje em dia, à execução de grandes projetos de intervenção urbana. A organização desses grandes eventos passa a fazer parte de um tipo de modelo de planejamento urbano, o "empresariamento urbano", para o qual a venda e/ou a reconstrução da imagem da cidade, moldada de acordo com as necessidades de acumulação de capital, é um dos aspectos centrais.
Intervenções pontuais capazes de estimular uma renovação urbana em diferentes áreas e a construção de uma imagem de cidade sem conflitos são algumas das estratégias necessárias para a implementação do empresariamento urbano. Essas áreas da cidade, valorizadas por obras de infra-estrutura e pela proximidade de equipamentos esportivos, para atrair investimentos e novos negócios, tornam-se palco de despejos e remoções dos moradores pobres, de rua e de habitações irregulares, da repressão aos trabalhadores de rua, ambulantes etc. A cidade também precisa ser livre de conflitos e, para tanto, a repressão policial objetiva intimidar e impedir a ocorrência de manifestações dos críticos e atingidos por essas mudanças.

Lei mais aqui

7 de dezembro de 2010


"Que horror... quer dizer que o mundo é exatamente como sabíamos que era!"
Nas guerras se joga sujo
Os países poderosos pressionam os países pobres
O que interessa é que o terceiro mundo continue como está
Uns poucos especuladores movem o mundo como querem
Os governos são marionetes, nas mãos dos bancos e empresas multinacionais
Qualquer coisa por dinheiro/ o povo não importa

http://observareabsorver.blogspot.com