Estamos cercados por latifundiários, pistoleiros armados com arma de fogo neste momento. Eles estão todos na ponte do rio Iguatemi onde, em 1830 (fonte Montoya), muitos Guarani-Kaiowá derramaram sangue na luta pela vida.
E hoje, em 2013, mais uma vez estamos neste mesmo rio, tentando sobreviver. Senhor senador se existe lei, se existe direito para humanos pedimos que o senhor leve esse nosso clamor à Presidente Dilma.
Não aguentamos mais, por isso vamos morrer lutando.
Já foi cantado o canto da despedida da terra pois sabemos que vamos morrer porque os latifundiários têm muitas armas e nos não temos.
A nossa arma é apenas o canto, nossa arma e o nosso modo de ser e de viver. "Esperamos que nos ouça , enterrem o nosso corpo na beira do rio Iguatemi . Esse nosso último pedido.
Enviado por: Ione Rochael Guarany-Kaiowá - Aty Guasu.

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