29 de janeiro de 2014

O monopólio da "violência legítima"






De Liberte-se do Sistema


As guerras servem o proposito da elite de manter o povo dividido, com medo e violento. Assim não percebemos aquilo que nos une, apenas aquilo que nos separa.

Por isso em nossa cultura é incentivada a competitividade ao invés da cooperação. Para propagar de maneira indireta e idolatria do "Eu", "Eu sou melhor que você", "Minha visão de mundo é melhor que a sua", "Minha religião é melhor que a sua", etc. Com a estratégia de dividir e conquistar eles nos colocam uns contra os outros, através do medo nossa visão fica obscurecida e acabamos por seguir ideologias hipócritas, mascaradas de "moral", "bons costumes", "o jeito que as coisas são".

Gandhi disse: "O estado é uma maquina sem alma e não pode jamais ser desconectado da violência(uma das formas do medo), pois esse é o motivo ao qual deve sua própria existência".
Mas o que é o estado?
O estado foi criado para administrar as relações publicas, é o responsável pela organização da sociedade e pelo "controle social", já que detém, segundo Max Weber, o monopólio da "violência legítima", a coerção, especialmente a legal, graças à aceitação população, que há milênios é condicionada a ter medo e assim ser fechada em uma caixa onde o comportamento humano se torna previsível, portanto controlável.

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