Forças de segurança egípcias lançaram nesta quarta-feira, 14, uma megaoperação para expulsar partidários do presidente deposto Mohamed Morsi das ruas do Cairo. Com tanques, helicópteros e atiradores de elite, a polícia abriu fogo contra os manifestantes.
Ao menos 278 pessoas morreram, incluindo 43 policiais, e mais de 2.000 ficaram feridas, segundo o Ministério da Saúde, na onda de violência causada pelo massacre. A situação se espalhou pelo país e o governo interino decretou estado de emergência. O vice-presidente Mohamed ElBaradei renunciou ao cargo em protesto contra o derramamento de sangue.

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